Pesquisas, pra que te quero?

Imagem de Cabral publicada em: http://psicohomework.blogspot.com.br/

Imagem de Cabral publicada em: http://psicohomework.blogspot.com.br/

Dilma ou Aécio? Quem vence as Eleições para Presidência da República? Prós e contras para cada candidato deixados de lado, gostaria de falar sobre as pesquisas que são publicadas antes e após os eleitores votarem.
Antes da votação, as pesquisas do Ibope e Datafolha que são os institutos de pesquisa mais conhecidos do Brasil, as confeccionam a pedido de algum órgão de comunicação, selecionam algumas cidades, alguns prováveis eleitores com o simples objetivo de…?
Caros amigos, pra que serve uma pesquisa eleitoral se não somente para tendenciar o eleitor que não a respondeu?
Vejam bem, não estou contra as pesquisas, gosto delas pois muitas vezes, em uma amostragem podemos melhorar nossa qualidade de vida, porém para as pesquisas eleitorais, meu voto é contra.
O que tivemos nas eleições do Rio de Janeiro foi algo vergonhoso e muito fora do normal.
As pesquisas das 14 horas do dia 23/09 e a das 18:05 do dia 24/09, somadas as de 15:34 e a de 17:50 do dia 04/10, mostravam o candidato do PMDB, Luiz Fernando Pezão, em primeiro lugar, com o candidato do PR, Anthony Garotinho em segundo.
Na chamada “pesquisa de boca de urna”, Garotinho seguia, aliás disparado, em segundo lugar, onde afirmava-se com a maior certeza do mundo que o segundo turno seria entre ele e o Peemedebista.
Pois bem senhores, o resultado foi outro, Marcelo Crivella, do PRB, com as urnas apuradas, “ultrapassou” Garotinho e com uma diferença considerável a publicada nas amostragens, levou a vaga para a disputa das eleições no dia 26 de outubro.
Nunca fui perguntado e não conheço quem tenha sido para essas pesquisas. Portanto, pense bem e consulte os programas de governo de cada candidato para depois não ter que dormir e acordar com essa má escolha por mais quatro anos.
Pelos resultados das urnas, deu mais do mesmo e tirei uma conclusão que não é necessária uma margem de erro: Pensei que o gigante tinha acordado, porém vi que ele dormiu e aguarda as próximas pesquisas.

O bom jornalismo, perde, o Brasil perde

Reprodução Jornal da Band - Tv Bandeirantes

Reprodução Jornal da Band – Tv Bandeirantes

Hoje vim prestar minha homenagem à um profissional que vai deixar muitas saudades. Faleceu hoje, na primeira hora do dia, o jornalista Joelmir Beting.

Alguns não acompanharam de perto sua trajetória, porém, hoje temos, após pesquisar sua vida, que reverenciar esse mito do jornalismo brasileiro.

Joelmir nasceu na cidade de Tambaú, interior do Estado de São Paulo no dia 21 de dezembro de 1936 e aos sete anos, ajudava seus pais na “lida” com a plantação. Foi coroinha na igreja de sua cidade e trabalhou na rádio local.

Fez sociologia na Universidade de São Paulo, foi repórter esportivo nos jornais “o Esporte” e “Diário Popular”, participou de transmissões esportivas na “Rádio Panamericana”.

Falou de automóveis em sua coluna na “Folha de São Paulo”, fez programas na “Radio Jovem Pan” e na “Rede Record”.
O chamado “economista que traduzia os termos monetários” falou de dinheiro na “Rede Bandeirantes” e na “Rede Globo”. Comentarista nas rádios “Excelsior” e “CBN”, comentou os índices da bolsa no canal a cabo “Globo News”.

O homem que inventou premiar gols bonitos com uma placa, sendo esses gols chamados de “gol de placa” até hoje, era palmeirense fanático.

Era atualmente editor e comentarista econômico do Jornal da Band, participava do Jornal Gente e do Jornal Três Tempos, da Rádio Bandeirantes.
No canal “Band Sports” tinha o programa esportivo Beting & Beting, onde dividia o palco com o filho Mauro e o sobrinho Erich.
Joelmir não parava, ele ainda tecia comentários para o Primeiro Jornal e o Jornal da Noite, além do canal “Band News” e apresentava o Canal Livre da “Rede Bandeirantes”.

Joelmir era um incansável profissional, digno de aplausos e de inspiração para estudantes de jornalismo. Do “bom jornalismo”!
Que Deus o abençõe! Vamos sentir sua falta.